Me usa demais!

“Dobro os joelhos, quando você me pega, me amassa…. me usa demais. Perco as rédeas, quando você demora, devora… Desfaça assim de mim, que eu gosto e desgosto, me dobro, nem lhe cobro, rapaz. Ordene, não peça, muito me interessa a sua potência, seu calibre, seu gás…
Eu sou a navalha cortando na carne. Eu sou a boca que a língua invade, sou o desejo maldito, bendito, profano e covarde…”

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