O Jardineiro e A Lótus. (conto).

Aquele vidro estava embaçado com diversos vapores que vinham do box, era uma água quente para o casal, o suor do tesão que não tinha fim. O líquido daquele humilde “jardineiro” em jato na mais tenra e perfumada flor que se abria para o prazer.

As costas fortes do “jardineiro” recostadas no vidro cobriam a visão da pele de porcelana sendo “dourada” por muito líquido. Ali, acontecia algo inédito para ele: descobrir e sentir prazer em regar aquela entrada apertada, cobiçada e linda. Porém, Susie era muito mais que a amiga tarada e carinhosa, ela estava dando a ele uma nova forma de ver o sexo.

Ela oferecia conhecimento, companhia, ensinamento sobre coisas das quais ele não sabia, mas adorava aprender. Ela não exigia nada dele e mesmo assim se entregava de uma forma única. Aos poucos o vidro foi mostrando a foda daquele casal com os vapores extintos. Os olhos dele não saiam da pele dourada, antes porcelana da dominatrix.

Quem dominava a situação? A Domme ou seu aluno dedicado? Dominar começou a ter outro sentido para ele no momento em que constatava que ela estava totalmente entregue, verdadeira e autêntica. Dominar era algo que a excitava, mas deitar naquele peitoral e sentir o coração pulsando deixou a “Lótus” dentro do terreno do “jardineiro”.

Eles se permitiam experimentar todas as formas de prazer dentro do mundo de ambos os lados. Por diversas vezes um ia ao terreno do outro experimentando o que cada um podia oferecer…

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